Os Estados Unidos lançaram, na madrugada deste sábado (3), ataques militares de grande escala contra a Venezuela, atingindo vários pontos da capital Caracas e outras localidades do país, informou o governo americano. Como resultado da operação, o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores foram capturados e retirados do território venezuelano, segundo relatos oficiais de Washington.
Explosões foram ouvidas em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira, causando pânico entre moradores e relatos de queda de energia em diversas áreas da capital. Imagens e testemunhos também registraram intensa movimentação de aeronaves militares sobre a cidade.
Operação e reações imediatas
De acordo com relatos de autoridades americanas e comunicados divulgados por meios globais de imprensa, a operação teria sido planejada e executada por unidades militares especiais dos Estados Unidos com o objetivo de capturar Maduro. Fontes indicam que ele foi retirado do país por via aérea após a ação.
O governo venezuelano classificou o ataque como uma “agressão militar gravíssima” e informou que declarou estado de emergência nacional, convocando suas forças armadas e setores sociais à resistência em resposta ao que definiu como uma violação da soberania nacional. Documentos oficiais também pediram apoio à mobilização interna diante da ofensiva estrangeira.
Contexto geopolítico
O ataque representa uma clara escalada nas tensões entre EUA e Venezuela, que já vinham se intensificando ao longo de meses de disputas políticas, econômicas e acusações mútuas. Autoridades venezuelanas haviam denunciado anteriormente ações militares americanas e o aumento de presença de forças dos EUA na região do Caribe antes do incidente.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o destino final de Maduro e sua esposa, nem detalhes precisos sobre o número de vítimas ou o alcance total da operação. A comunidade internacional acompanha o caso em atualização constante, com reações diplomáticas e pedidos de esclarecimentos em curso.
